FinCEN propõe bloquear transferências relacionadas com agentes da rede A7
Categoria:
Branqueamento de capitais / Sanções / Financiamento do terrorismo
Data do acontecimento/publicação:
5 de outubro de 2026
Geografia:
Estados Unidos / Rússia / Irão / Internacional
Resumo:
A Financial Crimes Enforcement Network (FinCEN) publicou formalmente uma proposta de regulamento que classifica as operações envolvendo empresas estrangeiras controladas pela rede A7 como uma categoria de transações de especial preocupação em matéria de branqueamento de capitais associado a financiamento ilícito russo.
A proposta proibiria determinadas transferências envolvendo os “subagentes” da A7 por instituições financeiras abrangidas nos Estados Unidos. Segundo as autoridades norte-americanas, estas entidades usam empresas instrumentais, documentação comercial falsificada, descrições enganosas de mercadorias e operações em moeda fiduciária e ativos digitais para dissimular pagamentos relacionados com pessoas sancionadas.
A FinCEN sustenta que a infraestrutura foi utilizada por intervenientes russos e iranianos, organizações apoiadas pelo Irão, agentes de ransomware e outros cibercriminosos. A consulta pública decorre até 4 de novembro de 2026. Trata-se de uma proposta, ainda não de uma proibição definitiva.
Relevância para a SSP e os seus clientes:
A medida reforça a necessidade de identificar relações indiretas e empresas controladas operacionalmente por redes sancionadas, para além da verificação nominal das listas. Instituições financeiras e empresas com pagamentos internacionais devem rever indicadores associados a intermediários comerciais, documentação de comércio externo, moedas digitais e contrapartes na Rússia, Ásia Central, África e outras jurisdições utilizadas pela rede.
Fontes adicionais:Departamento do Tesouro dos EUA — Operation Economic Outcast
Estado editorial:
Rascunho — requer revisão humana